WhatsApp
Arquivo Notícias - Página 6 de 9 - Clever
Notícias
O que são Elastômeros?
18 de julho de 2022

Os elastômeros são macromoléculas termoplásticas onde algumas cadeias estão ligadas umas às outras através de ligações atômicas transversais, pontes ou reticulações. Essas ligações são conhecidas como pontos de encadeamento. São da família dos materiais de Engenharia, formando um elo entre os Termoplásticos e Elastômeros, sendo comercialmente conhecidos como “Borracha Termoplástica”.

As cadeias moleculares dos materiais elastoméricos estão distribuídas desordenadamente, com poucas reticulações ao longo da macromolécula e com espaçamento elevado entre elas. Esse tipo de estrutura molecular proporciona ao material maleabilidade. Por esse motivo, os elastômeros apresentam comportamento mecânico semelhante às borrachas em temperatura ambiente, ou seja, possuem a característica de ao aplicar-se uma tensão sobre o material, o mesmo deformar-se acima do dobro de seu comprimento inicial e após a retirada da tensão, o material retornar ao seu comprimento/formato original, sem que aconteça uma deformação permanente.

Os termoplásticos elastoméricos ou elastômeros são amplamente utilizados em conjunto com outras resinas termoplásticas, agregando maior resistência mecânica ao material, se comparado às propriedades originais da resina onde ocorre a incorporação do elastômero.

Quando a mistura (termoplásticos + elastômero) ocorre na fase de polimerização, os materiais resultantes são chamados compostos ou blendas, já na mistura mecânica o produto obtido é chamado de blenda e a principal característica é a moldabilidade e reprocessamento quando submetido à temperatura acima de sua temperatura de fusão, assim, possibilitando 100% de reciclagem destes materiais, além disso, o uso destes materiais em resinas termoplásticas possibilita maior resistência à aplicação em baixas temperaturas, peças com dureza variável (de acordo com a necessidade). Contudo, algumas desvantagens do uso deste material agregado aos termoplásticos são: aumento do custo do material e menor tensão de rotura do material.

Fonte: https://www.infoescola.com/

Leia mais
Clever
Poliuretano: Conceito e Origem
11 de julho de 2022

O poliuretano é um polímero que dá origem a materiais sólidos e com textura parecida como a de uma espuma. O material é usado na indústria.

O poliuretano é um polímero pertencente a um grupo de plástico com características bem específicas e aplicações em vários segmentos, sendo encontrado na indústria em grande escala.

Geralmente, formam materiais sólidos e parecidos com espuma. Todavia, é considerado um material versátil e apresenta flexibilidade, resistência e pode ser encontrado em vários formatos diferentes, por exemplo.

Seu uso está associado a itens como colchões, sofás, estofados de carros, rodas de patins e brinquedos em geral. O polímero também pode ser encontrado em eletrodomésticos e até na construção civil.

Origem e produção do poliuretano

O poliuretano foi criado em 1937, pelo químico e professor Otto Bayer, em Leverkusen, na Alemanha. Sua criação foi uma tentativa de suprir a falta de matérias-primas como a borracha e outros materiais mutáveis e flexíveis.

Nesse sentido, uma série de pesquisas com produtos à base de uretana possibilitaram a expansão do poliuretano (Pu) para o mundo inteiro. A disseminação dessas novas tecnologias ficaram a cargo, sobretudo, de países como os Estados Unidos e a Inglaterra.

O poliuretano, assim como qualquer tipo de plástico, é um polímero feito a partir da reação obtida entre um poliol e um diisocianato. Dentre as matérias-primas mais usadas neste processo, estão o óleo de mamona e o polibutadieno (poliol), além do difenilmetano diisocianato (MDI) e hexametileno diisocianato (HDI).

Fonte: https://conhecimentocientifico.com/

Leia mais
Clever
Conheça atitudes comuns que danificam os amortecedores
01 de julho de 2022

Você já ficou em dúvida se é melhor passar pelas lombadas em linha reta ou na diagonal? Algumas atitudes comuns entre os motoristas no dia a dia podem danificar os amortecedores e comprometer a vida útil dos componentes da suspensão. Se você não sabe, a suspensão assegura não só o conforto dos ocupantes a bordo, mas também a estabilidade e dirigibilidade do veículo. Por isso, é questão de segurança manter o sistema sempre em dia.

O sistema de suspensão é composto por amortecedores, coxins, molas, bielas, batentes e bandejas, entre outros, que trabalham em conjunto. Ou seja, se uma dessas peças estiver com desgaste excessivo, pode comprometer o desempenho e a vida útil das demais.

Verifique regularmente o alinhamento e o balanceamento do veículo, pois isso pode causar desgaste desigual e prematuro dos pneus, além de influenciar na vida útil da suspensão. Se você roda com frequência por ruas esburacadas ou de terra, pode ser necessário antecipar a troca dos amortecedores.

Para evitar problemas, fique atento a sinais como perda de estabilidade em curvas, ruídos, derrapagens, solavancos, trepidações, balanço excessivo ou falta e contato dos pneus com o solo. O mesmo se aplica a veículos com condições severas de uso, como táxis e de transporte.

Se os amortecedores estiverem desgastados, além de aumentar o cansaço do motorista, aumentam o distância de frenagem e podem elevar a possibilidade de aquaplanagem em piso molhado. “Testes realizados pela Monroe comprovam que amortecedores com 50% de desgaste elevam em 26% o cansaço do motorista, aumentam a distância de frenagem em até 2,6 metros a uma velocidade de 80 km/h e fazem com que o veículo comece a aquaplanar a velocidades a partir de 109 km/h”, explica Juliano Caretta, Supervisor de Treinamento Técnico da Monroe.

Lombadas e valetas

Sobre as lombadas, a forma correta é passar – incluindo valetas – sempre em linha reta. “Passar por estes obstáculos na diagonal gera forças laterais na movimentação dos componentes, podendo acarretar folgas excessivas, ruídos, empenamentos e, em situações mais graves, o travamento total das peças. Além disso, é fundamental passar em velocidade reduzida”, afirma Caretta.

Excesso de carga

Fique atento também ao limite de carga do veículo, descrito no manual do proprietário. Muitas vezes ultrapassamos esse limite, especialmente em viagens, comprometendo a dirigibilidade e o conforto. Não se esqueça também de distribuir o peso no porta malas, evitando diferenças de altura entre os lados da suspensão.

Barro e maresia

Sempre que retornar de uma viagem à praia ou ao campo, em que o carro está sujo de barro, é importante fazer uma limpeza completa, principalmente na parte inferior. Sujeiras e detritos, como o barro ressecado, comprometem o funcionamento dos amortecedores caso entrem em contato com a haste ou retentor da peça. Já a maresia causa oxidação e corrosão na lataria e em peças de metal, como a suspensão. Para evitar problemas, ao retornar, lave o veículo no mesmo dia ou o mais breve possível.

Quando trocar

A empresa recomenda verificar os amortecedores, aproximadamente, a cada 10 mil quilômetros, com substituição indicada a cada 40 mil quilômetros rodados, ou que apresentarem problemas no componente. Faça a verificação regularmente, porque o motorista pode se acostumar com os sinais de problema e não procurar um mecânico.

Além disso, quando fizer a troca dos amortecedores, a Monroe recomenda também substituir o coxim com rolamento, batente e coifa. Outra orientação é trocar os amortecedores aos pares em cada eixo ou, se possível, realizar a manutenção de todo o conjunto.

Fonte: https://revistacarro.com.br/

Leia mais
Qualidade em uma válvula de controle
14 de junho de 2022

Condição básica para uma válvula de alta performance

• Ter boa rengeabiliade permitindo trabalhar com vazões variáveis

• Responder com precisão e repetibilidade em vária faixas de operação;

• Responder mais rapidamente ao processo ( menor tempo morto possível)

• Atender as resoluções dos valores enviados pelo controlador.

• Ter resposta adequada ao processo conforme atendendo as características do controle.

Obs: Uma resposta que não atenda ao processo pode trazer danos significativos ao processo podendo gerar riscos de acidantes.

Por exemplo, uma redução rápida ou repentina no diâmetro de uma válvula em uma tubulação pode ser prejudicial, causando uma onda de choque(golpes de ariete, martelo hidráulico) , como em uma linha de injeção de água em um posso de petróleo. Devemos então quando especificamos válvula que a capacidade de uma válvula de controlar o fluxo depende não apenas das características dos internos da válvula mais também de seus periféricos como atuadores e posicionadores e todos acessórios que forem utilizados na válvula.

Entre os acessórios mais comuns em válvula de controle podemos destacar o posicionador, esse componente permite o posicionamento correto na posição de válvula permitindo assim o controle mais rígido, melhorando consideravelmente o desempenho da válvula na malha da controle assegurando o posicionamento perfeito da válvula de forma a obter respostas mais precisas. Com uso do posicionador é possível evitar que efeitos como atrito existentes ao abrir e fechar a válvula possa prejudicar o funcionamento da válvula (abertura e fechamento), atualmente como desenvolvimento da tecnologia cada vez mais podemos obter informação produtivas do funcionamento da válvula com o uso de posicionadores inteligentes.

 

 

O que de define a qualidade em uma válvula de controle?

Sobre algumas circunstancias identificamos alguns fatores que podem influenciar no resultado do funcionamento da válvula. Nos dispositivos de controle é de fundamental importância avaliar a qualidade do dispositivo porque influencia diretamente no controle do processo os desvios apresentando em malhas podem ser identificados e quantificada em termos de ganho, constante de tempo e intervalo de tempo morto.

Em válvulas e controle dentre esses o fator de maior importância é o ganho . O ganho é a proporção da mudança percentual em uma variável de processo para a mudança percentual do curso da válvula.

Fonte: https://www.dicasdeinstrumentacao.com/

Leia mais
PTFE e suas características
07 de junho de 2022

Os termoplásticos em geral têm duas grandes desvantagens: baixa resistência ao calor quando comparadas aos metais e baixa resistência à produtos químicos. Então, que material podemos usar para produzir peças que estarão em contato com químicos ou que serão usados em temperaturas acima de 100°C ?

A resposta é o Politetrafluoretileno (PTFE)!

O PTFE (vulgo Teflon), como o próprio nome diz, é um polímero fluorado: e o flúor assim como outros elementos da coluna dos halogênios possui a propriedade de retardância de chama. Mas o fato de não propagar fogo é apenas uma das excelentes características desse material. As altas forças intermoleculares geradas pela presença de grandes átomos de flúor, além de dar rigidez à macromolécula dificultando mudanças de conformação, promovem altas estabilidades térmica, baixo coeficiente de atrito e inércia química.

O PTFE é considerado um plástico de alto desempenho, estando um degrau acima dos plásticos de engenharia como as poliamidas e o poliacetal na “hierarquia” dos polímeros, assim como o seu preço. Possui viscosidade muito alta, o que impede de ser processado da mesma forma que outros termoplásticos (por injeção, extrusão etc), sendo necessária a sua utilização na forma de pó, para compactação em molde e posterior sinterização a altas temperaturas.

Apesar de ter alta resistência ao impacto, o PTFE em relação aos plásticos de engenharia possui baixa resistência à tração, ao uso e à fluência, necessitando em algumas aplicações da incorporação de cargas como fibra de vidro, bronze, fibra de carbono, aço inox e carvão sintético. Também é comum a incorporação de grafite e bissulfeto de molibdênio para melhorar ainda mais suas propriedades deslizantes e antiadesivas, já que o coeficiente de atrito do PTFE é mais baixa do que quase todos os plásticos (lembra do Teflon usado como antiaderente nas frigideiras?)

Características: 

• Alta resistência ao impacto

• Alta resistência química

• Baixa constante dielétrica e fator de perda

• Propriedades mecênicas úteis mesmo em temperaturas criogênicas

• Baixa resistência à tração

• Baixa resistência ao uso

• Baixa resistência à fluência

• Antichama

Fonte: tudosobreplasticos.com

Leia mais
Anel oring viton
06 de maio de 2022

O anel oring viton geralmente é utilizado como vedador entre os espaços de peças em um equipamento, máquina, tubulações ou sistema de tubos. Ele é principalmente utilizado quando equipamentos ou máquinas serão desmontados para a manutenção.

O tipo de vedação apresentada por este anel é responsável por fazer a preservação de suprimentos resistentes, suportando muito bem vazamentos de gás ou liquidos.

anel oring viton é de fácil instalação e possui alta tecnologia, porém manutenções frequentes se dão por necessária para manter sua eficiência em 100%.

Projetado para atender as mais diversas aplicações, este tipo de anel também é extremamente útil na vedação das roscas, evitando vazamentos.

Fonte: veiculonet.com.br/

Leia mais
Conheça um pouco sobre a válvula borboleta
29 de abril de 2022

Por sua vez, a válvula borboleta é utilizada especialmente para gases e líquidos em baixa pressão, pois possui baixa queda de pressão, baixo custo e ação rápida. Consiste em um anel do mesmo diâmetro da tubulação, com um disco que gira dentro do anel em torno de um eixo, abrindo ou obstruindo a passagem do fluido. Muitas válvulas tipo borboleta têm um mecanismo do atuador para segurar a válvula na posição desejada. Quando o fluido é corrosivo ou erosivo, o corpo e disco podem ser revestidos com materiais mais resistentes. Em bitolas pequenas, o mais comum é com alavanca, em bitolas maiores, a válvula é  fornecida com volante e caixa de engrenagem, pode ser, também, com acionamento automático por sistema hidráulico ou elétrico.

Fonte: revistamanutencao.com.br/

Leia mais
Saiba mais sobre válvula de regista ou gaveta
22 de abril de 2022

Quando o assunto é segurança, existem diversos equipamentos que são utilizados para evitar acidentes e proteger todos os colaboradores que estão envolvidos.
Além dos EPIs (equipamento de proteção individual) existem os EPCs (equipamento de proteção coletiva), no qual se encaixam a categoria dos produtos de bloqueio e etiquetagem que diminuem os riscos operacionais e, consequentemente, garantem a segurança dos trabalhadores.

Válvula de registro ou gaveta

Esse tipo de válvula é muito utilizado em trabalhos industriais que não são abertos e fechados com frequência. Ela possui sistema de vedação por obturador e pequena obstrução da passagem das substâncias utilizadas quando está aberta por completo. Na indústria, dentre as válvulas manuais de bloqueio, a de gaveta é a mais utilizada. Quando totalmente aberta, sua obstrução à passagem do fluxo é mínima. Sendo assim mais simples e eficaz. São muito comuns na indústria uso em gases. Tanto em tubulações como em cilindros. Pelo seu manuseio ser mais lento, comparada às demais válvulas, são empregadas em processos onde o processo de abertura e fechamento não são frequentes ou quando se deseja regular o fluxo.

Fonte: revistamanutencao.com.br/

Leia mais
Cinco tipos de hastes de válvula
13 de abril de 2022

Haste Ascendente com Parafuso Externo e Garfo

O exterior da haste é rosqueado, enquanto a parte da haste na válvula é lisa. As roscas da haste são isoladas do meio de fluxo pela gaxeta da haste.

Dois estilos diferentes desses designs estão disponíveis; um com o volante preso à haste, para que possam subir juntos, e o outro com uma luva roscada que faz com que a haste suba pelo volante. Este tipo de válvula é indicado por “OS & Y.” é um projeto comum para válvulas NPS 2 e maiores.

Haste Ascendente com Parafuso Interno

A parte roscada da haste está dentro do corpo da válvula e a haste embala ao longo da seção lisa que é exposta à atmosfera externa.

Neste caso, as roscas da haste estão em contato com o meio de fluxo. Quando girados, a haste e o volante sobem juntos para abrir a válvula.

Haste não ascendente com parafuso interno

A parte rosqueada da haste fica dentro da válvula e não sobe. O disco da válvula se desloca ao longo da haste, como uma porca se a haste for girada. Os fios da haste são expostos ao meio de fluxo e, como tal, estão sujeitos ao impacto.

É por isso que este modelo é usado quando o espaço é limitado para permitir o movimento linear e o meio de fluxo não causa erosão, corrosão ou abrasão do material da haste.

Haste Deslizante

Esta haste da válvula não gira nem gira. Ele desliza para dentro e para fora da válvula para abrir ou fechar a válvula. Este projeto é usado em válvulas manuais de abertura rápida com alavanca. Também é utilizado em válvulas de controle operadas por cilindros hidráulicos ou pneumáticos.

Haste Rotativa

Este é um modelo comumente usado em válvulas de esfera, plugue e borboleta. Um movimento de um quarto de volta da haste abre ou fecha a válvula.

Fonte: dicasdeinstrumentacao.com/

Leia mais